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- Divulgação: Beatles num Céu de Diamantes
Não são John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, mas o musical “Beatles num Céu de Diamantes” conta com 14 pessoas – incluindo atores/cantores e músicos – que trazem os sucessos da banda, agora, aos palcos de São Paulo, após de 100 mil pagantes o terem assistido no Rio de Janeiro.
O musical foi montado por Charles Möeller e Cláudio Botelho, também responsáveis pela criação do espetáculo “7 – O Musical”. “[Beatles num Céu de Diamantes] É nosso musical mais simples… Um elenco de 11 cantores/atores, recurso cênico praticamente nenhum, nenhum texto, apenas as canções com suas letras originais em inglês. Acompanhamento luxuosamente simples de piano, violoncelo e alguma percussão”, escreveram os dramaturgos no site oficial do espetáculo.
No repertório do musical, há uma mistura entre grandes sucessos dos Beatles, que marcaram época – como Help!, Hey Jude, Yellow Submarine, Come Together e Yesterday – e canções menos conhecidas, como Michelle, Golden Slumbers e Carry That Weight. Algumas músicas utilizadas no espetáculo podem ser ouvidas no site oficial da peça.
O musical estreou, em São Paulo, no dia 13 de março, e ficará em cartaz até o dia 28 de junho, no Teatro das Artes, no Shopping Eldorado. O musical será exibido às sextas-feiras e sábados, às 21h30, e domingo, às 19h. os preços dos ingressos variam de acordo com a data da apresentação – sexta-feira e domingo, R$70,00 (plateia) e R$60,00 (balcão); sábado, R$80,00 (plateia) e R$70,00 (balcão). A classificação etária do espetáculo é 10 anos, e sua duração é de 1h30.
Assista abaixo a um trecho do espetáculo:
Por Larissa Godoy e Luiza C. Pereira

Silvio Izy no bar Safari, apresentação especial.

Leonardo Giordano, também em apresentação especial no Bar Safari.
A Formação de Silvio e Léo
Ambos os músicos começaram a aprender a tocar instrumentos desde pequenos. Nada de aulas: Silvio começou a praticar a música em “bandas de garagem” – até ter certeza que sabia mesmo tocar – e passou a tocar nas noites. Já Leonardo, quando pequeno, tocava em casa, com fones nos ouvidos, tentando imitar os sons da música. “É vocação”, afirma ele. Silvio acrescenta, brincando: “É a nossa sina”.
Assista abaixo, uma apresentação especial de Leonardo Giordano, Silvio Izy e Roger Isla, em Campos do Jordão no bar Safari:

Por Larissa Godoy e Luiza C. Pereira

Roger Isla, durante sua apresentação no Country House
Roger (fala-se Rogê) Isla , natural da Suíça Francesa, tem 41 anos de idade, dos quais 23 são dedicados à sua carreira de músico profissional. Seu primeiro contato com a música foi aos seis anos idade. “Ganhei meu violão em 1974”, conta Roger, “Meu pai é músico e ele foi para a Europa tocando”.
Atualmente, já há 5 anos vivendo em Campos do Jordão, se mantém por meio das apresentações em bares da cidade, e também através de sua produtora Lovespoon Audio. “O nosso principal cliente é a Embraer. Toda vez que a Embraer vai entregar um novo avião, tem uma festa. E a gente compõe uma trilha sonora que acompanha um vídeo, que mostra como o avião foi feito, mostra algumas cenas do Brasil… Esse vídeo é exibido na festa de lançamento do avião”. Roger tem como preferência musical canções instrumentais e internacionais, no entanto, durante suas apresentações, o público pode sugerir músicas para o artista; ”não sigo um estilo, me preocupo com o que a audiência pede, chego a ultrapassar a barreira do versátil”.
Roger nos conta que grande parte da sua iniciação musical se deve ao seu gosto pessoal por gêneros musicais. “Gosto muito de fusion, que é uma mistura de rock e jazz. Também gosto muito de rock progressivo, de rock clássico, de blues. Gosto de funk – não do carioca, mas de Michael Jackson e Stevie Wonder, por exemplo”. Roger também acompanha bandas mais atuais, como Foo Fighters e System of a Down. Ele nos revela que, durante sua adolescência, possuiu duas bandas, aos 19 anos uma chamada Banda Renascença, e aos 22 anos outra chamada Druidas. “Nos Druidas, a gente tocava blues”, explica Roger. “A partir dos 26 anos, eu comecei a tocar sozinho. Antes eu era bancário, e conciliava as duas profissões. Hoje, é só música”.
Ao longo de sua carreira, já tocou na TV Cultura e em alguns bares conhecidos de São Paulo, como Clube Atlético Paulistano, Paineiras, Café Persona e Ipiranga; mas a seu ver não tem mais pretensões glamourosas no mundo da música :” Vou morrer fazendo o que eu faço, quero me dedicar mais ao estúdio, ao trabalho de produção”.
Roger tem um CD gravado, no qual interpretou clássicos da MPB, para comprá-lo somente durante as suas apresentações, no entanto, seu trabalho como produtor pode ser acompanhado pelos álbuns da artista Erika Laendder e da dupla sertaneja Danilo e Donato (álbum disponível em lojas de Campos de Jordão), além claro, de suas produções apresentadas no site de sua produtora.
Roger Isla se apresenta todo final de semana no Country House (Avenida Pedro Paulo, 7545, na Estrada do Horto Florestal), e no próximo dia 18 fará uma apresentação especial no Hotel Satélite.
Assita abaixo a um trecho da apresentação de Roger:
Por Larissa Godoy e Luiza C. Pereira

Da esquerda para a direita, Jaaziel Gomes, Milton Mori, Cahê Rolfsen, Chico Valle e Bruno Prado.
Para quem quiser encontrar comunidades ou MySpace da banda, isso será impossível. Casa de Ernesto surgiu há apenas dois meses; a banda foi criada especialmente para as apresentações de quinta-feira no Espaço Kabul. “A direção da casa manifestou interesse em ter um grupo de samba que trabalhasse fixo às quintas-feiras”, afirma Bruno Prado, percussionista.
Na banda, Cahê Rolfsen (violão e voz), 27, Milton Mori (cavaco), 39 (segundo a banda), Jaaziel Gomes (trombone), 25, Chico Valle (pandeiro), 30, e Bruno Prado, 27 (percussão). “Eu, Cahê e Jaaziel tocávamos juntos em um trabalho relacionado ao samba de gafieira”, explica Bruno, “O Chico era uma figura recorrente lá: quando eu não podia fazer percussão, ele vai no meu lugar. Então, já tínhamos uma relação. O Chico trouxe um quinto elemento, que era um cara mais do cenário dele, mas que já tínhamos uma admiração e já conhecíamos seu trabalho. A gente intercala a vivência profissional musical e a amizade”.
Em relação à escolha do nome, a banda nos confidencia que ainda no primeiro show não haviam o escolhido. “Casa de Ernesto” acabou surgindo do próprio samba. “No samba, tem muito aquela coisa de ‘vamos lá na Roda do Fulano, Roda do Ciclano… que é um cara mais experiente, que comanda a roda. A primeira ideia foi colocar o nome ‘Roda do Ernesto’, porque se nos perguntassem ‘quem é Ernesto?’, responderíamos ‘Não sei.’. A ideia era colocar um nome que não responsabilizasse ninguém. Então lembramos do Adoniran Barbosa, que completaria 100 anos e que é muito importante para o samba de São Paulo e para a gente. Aí colocamos Casa de Ernesto, por causa da música do Adoniran Barbosa: ‘Ernesto nos convidou para o samba de roda…’”, conta Bruno. A banda denomina seu estilo como um samba clássico, de raiz.
Todos possuem seus projetos paralelos, e, ao contrário do que muitos podem pensar, isso não atrapalha nem um pouco o desenvolvimento e a dedicação para com seus trabalhos. “[É impossível] achar que a gente vai vir só na quinta-feira à noite e vai pagar nossas contas todas. É inviável”, declara Chico Valle. Para quem tinha a ideia de que música é só glamour, essa é uma boa explicação da realidade dos artistas da área. Geralmente, associamos a música apenas às bandas e cantores famosos, que se dedicam inteiramente a um projeto. “É menos romântico do que parece. É aquela visão de rock band, do cara que fica na estrada com aquela banda”, explica Bruno Prado. “Historicamente, o músico sempre foi um membro da plebe que teve acesso ao clero. Meu nível social e cultural é um, mas meu bolso não acompanha isso. Eu freqüento muito o clero, mas eu não sou do clero. É essa a questão”, completa Chico.
A banda explica que o quanto se ganha com a música depende da famosa lei da “oferta e procura”. “Dependendo da situação, do tipo de trabalho; [se há um] trabalho que está pagando bem para caramba, você consegue pegar menos coisa, ou então, às vezes, você quer pegar milhões de coisas e não tem muita oferta”, detalha Chico. Jaaziel ainda afirma que é “o lance do free lance”. A renda que os músicos obtem no final do mês é diretamente proporcional à organização de tempo para que o máximo de tarefas sejam realizadas com perfeição. Mas, novamente, voltamos ao que foi dito por Chico: por mais atividades que se realize, o valor agregado que elas possuem podem mudar a quantidade de renda obtida.
Para contatar e contratar a banda, além dos e-mails acima linkados, também é possível mandar um e-mail para o percussionista da banda, Bruno Prado, no endereço bruno.prado@kabul.com.br.
Assista abaixo trechos da apresentação da banda Casa de Ernesto.
Por Larissa Godoy e Luiza C. Pereira

O cantor e compositor Danilo Moraes
Com 15 anos de idade já tocava em bandas, mas não gosta de afirmar que possui 15 anos de carreira, “acho um pouco pretencioso”, afirma Danilo Moraes, nosso artista da postagem de hoje. No total, ele ja lançou quatro CDs (A Torcida Grita, Danilo Moares, Na Pista, 51). Seu primeiro álbum, Danilo Moares, foi lançado em 2003 e contém canções da carreira solo do artista. Pouco depois, Danilo lançou mais um CD, Na Pista, dessa vez acompanhado pela sua banda de forró, Banguela. Nesse conjunto musical, Danilo já tocava com Ricardo Teté, com o qual ainda lançaria mais dois álbuns. Após o término de Banguela, Danilo e Ricardo foram morar na França, onde foi feita a pré-produção do CD 51 – a gravação foi feita no Brasil, mas o álbum foi lançado na Europa.Dos três anos passados em território francês, Danilo nos confidencia que a maior lição aprendida foi valorizar ainda mais a música brasileira.
Em 2005, Danilo participou do Festival da TV Cultura. “Pela primeira vez na vida, eu ganhei uma vaia sonora. Foi uma emoção”, brinca Danilo. A vaia ocorreu quando o artista venceu o festival, que era apresentado pelo seu pai. O público, então, deduziu que o resultado havia sido manipulado. “Achei que eu não podia me inscrever no Festival, porque meu pai trabalhava na Cultura. Eu li o regulamento de trás para frente, várias vezes. E não achei nada que impedisse a minha participação no Festival. Daí, então, me inscrevi. E foi só depois disso que eu soube que meu pai havia sido selecionado para apresentar o Festival. E foi isso a origem da vaia. Mas foi super bom, porque gravamos o CD (A Torcida Grita), que era o primeiro prêmio do festival”, explica Danilo.
Hoje, Danilo tem uma banda formada por três pessoas: ele, guitarra e voz; Zé Nigro, baixo e teclado; e Guilherme Kastrup, bateria e voz. A banda já fez shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
No show do dia 25/03/09, no Espaço Kabul, Danilo, Guilherme e Zé apresentavam-se pela terceira vez nessa formação, o objetivo do grupo, que se forma agora, é gravar um CD até o final desse ano. A sintonia é visível, o clima que se presencia é muito acolhedor, durante os intervalos das canções, Danilo nos confidencia detalhes sobre as músicas e convida o público para alguns passos de dança.
Não teve formação universitária na área musical, mas teve aulas particulares e estudou também no Groove – Centro Livre de Aprendizagem Musical, como influência cita alguns nomes que realmente ajudaram a formar o seu estilo musical, Jackson do Pandeiro, Djavan, entre outros. Ao forró credita a sua aptidão vocal, ” Acho que o forró está sempre presente, o tipo de melodia, o tipo de forma de cantar, de interpretar. Minha voz abriu e ganhou força graças a ele.”
Sobre o seu estilo, o cantor e compositor garante preservar a mistura da música brasileira, o que permite fugir dos padrões musicais, “No Brasil temos que arrumar um rótulo que ninguém sabe o que é”, geralmente temos uma idéia já construída sobre os estilos musicais, Danilo prefere nao se encaixar em nenhum deles, prefere causar no público curiosidade e assim atrair mais pessoas. Atualmente, ja sobrevive inteiramente do seu trabalho como músico, através das apresentações, da venda dos seus Cds e também dá aulas de música no Colégio São Domingos.
Seus Cds estão disponíveis em lojas de todo o país, para comprar o álbum A Torcida Grita clique aqui.
Para os que tiverem interesse em prestigiar um show do Danilo Moraes, ele estará no Espaço Kabul no dia 08/04. Assistam agora, ao vídeo da música Desafio, que esta no CD Danilo Moraes, o primeiro de sua carreira.
Por Larissa Godoy e Luiza Pereira
“Me and some guys from school
Had a band and we tried real hard
Jimmy quit and Jody got married
I shoulda known we’d never get far”
Trecho de Summer of 69-Bryan Adams
O trecho da música do cantor canadense muito se parece com a origem da banda musical “mão de oito”, que vem agitando as noites paulistanas com shows em bares e baladas.
Eles eram oito quando tiveram a idéia de montar uma banda musical ainda na época do colégio. O nome “ mão de oito” foi sugestão do baixista Edu, que pensou na brincadeira do truco “mão de onze” e o guitarrista Toca adaptou ao número de integrantes do grupo. Alguns membros desistiram por não ter certeza se queriam ser músicos, mas a diferença da realidade desses garotos com a música de Bryan Adams é que eles foram longe.
Toca, 27 anos, Cohen, 28, Rafa , 23, bicudo, 26, Edu , 27 e careca, 27 são seis amigos de escola que tocam um MPB puxado para o soul. Como classifica o próprio vocalista e guitarrista, suas músicas possuem influência de sons misturados como a Tropicália brasileira, Stevie Wonder e o soul americano.
Com a exceção de dois integrantes, eles já estão há dez anos juntos e após apresentações em festivais de colégios, começaram a tocar em casas de forró, como o KVA , bares na Vila Olímpia e abrir shows de outras bandas, como Nação Zumbi. Mas foi com o convite para se apresentar na casa de shows STUDIO SP, um dos maiores pontos de encontro da música brasileira em São Paulo, juntamente com o apoio do conceituado produtor Daniel Ganjaman, que as portas se abriram para o “mão de oito”.
O grupo chamou a atenção da imprensa que lhes rendeu uma entrevista e exibição do clip no programa Domínio MTV e no Show Livre. Hoje eles já possuem um CD, intitulado VIM EP, com sete músicas, todas de autoria da própria banda. Cohen, que compôs a maioria das músicas diz que sempre há uma referência real para escrever as letras. A canção VIM, que foi transformada em um clip gravado na casa da avó do guitarrista Toca foi dedicada a mesma que segundo os garotos, foi uma grande aliada para apoiar a banda no início, oferecendo a casa para os ensaios.
O público do “mão de oito” é bem eclético, dividido, com faixa etária de 18 a 30 anos e freqüentam desde patricinhas até rappers. O que todos têm em comum é o gosto por uma boa música brasileira, um som de qualidade, letras agradáveis para cantar e uma banda carismática, traços e virtudes que não faltam neste grupo que iniciou no colégio. They got far.
Para quem quiser saber mais sobre “mão de oito” e conferir seus shows, eles disponibilizam a programação e mais informações no site e também o download do disco.
Vale a pena !!!
Paula Selmi e Paula Raeder
As melhores bandas, as melhores baladas, os melhores ritmos, os melhores acordes! São Paulo e Rio de Janeiro tem tudo isso, e nós(Larissa G., Luiza P., Paula R. e Paula S.), quatro jornalistas em formação da Faculdade Presbiteriana Mackenzie pretendemos mostrar tudo. Jovens que gostam de sair e curtir as noites como você, seja em bar, em balada ou mesmo em um show onde somente saber cantar as músicas já nos deixa animadas. É por isso que unindo nossa futura profissão com nossas noites de diversão, fomos apurar e saber mais do que a cidade guarda para o paulistano que não quer ficar parado em casa. Saiba mais aqui sobre as bandas e músicos que andam agitando a noite paulistana,sua história, motivação e estilo. Bom, é isso! A gente se encontra por aí!


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