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Divulgação: Dona Aranha

Divulgação: Dona Aranha

“O nome Dona Aranha veio para definir a banda. É um nome criativo e marcante, as pessoas nunca esquecem. Além disso, assim como nós, a aranha da música infantil é persistente, está sempre subindo apesar da chuva que sempre a derruba”, explica Nick, bateirista. Mas até chegar aonde estão a banda passou por muitas modificações.

Tudo começou em 2005, quando Chinelo e o Carlos (ex baterista) descobriram que compartilhavam o desejo de criar uma banda. Um amigo do Chinelo que já cantava em outra banda cover topou ser vocalista. Com os ensaios dando certo, procuraram o Cesão (baixista), e assim nasceu a primeira formação chamada Partição Lógica.

Com os ensaios dando certo, decidiram agregar mais um integrante para tocar guitarra solo, e foi então que chamaram o Leitinho. Nessa época criaram a música Espiritos, escrita por Chinelo, e Sem Sentido que faz parte do repertório até hoje.

“Após algumas reuniões e algumas cachaças, decidimos que precisávamos de um nome mais atraente. Todos nós eramos bem loucos, uns iam vestidos de açougueiro, eu ia aos ensaios sempre de chinelo, outro tinha cara de maluco, então decidimos pelo nome Garden Now (trocadilho com o nome do remédio)”, comenta Chinelo. No entanto, a banda continuava estagnada, por isso Letinho resolveu abandoná-los para integrar outra banda. Então Chinelo chamou Frango para assumir a guitarra.

Em 2007 a banda terminou, mas Chinelo e Frango ainda acreditavam que poderiam fazer sucesso: “ Eu e o Frango continuamos certos que a gente ia conseguir ir além com a banda, que tinhamos objetivo. Foi aí que até pensamos em virar uma dupla sertaneja, mas vimos que não era o nosso estilo preferido. Começamos a procurar novos integrantes interessados em crescer, ganhar dinheiro e realmente fazer sucesso”.

Chinelo começou a fazer aulas de canto na escola Música Brasil onde conheceu o NoBrain que logo topou ser baixista da nova banda que eles iriam criar. Conheceram o Keijo também na Música Brasil e o chamaram para ser bateirista. João, amigo do Keijo, entrou logo em seguida assumindo a guitarra solo. Estava formada a banda Dona Aranha.

O primeiro demo está quase pronto. O CD terá 4 músicas, duas covers e duas de autoria própria. A música Sem Sentido, escrita por Chinelo é baseada nas filosofias de vida que ele segue, e a Não Há Vagas é uma crítica social ao sistema de saúde brasileiro.

Apesar de estarem começando a carreira agora, todos eles sonham em seguir com a banda. O grupo ainda têm muitos projetos a serem concretizados. Começaram a se apresentar faz pouco tempo mas já receberam convites para tocar em festas e bares. O objetivo da banda é tocar música ao vivo em bares e botecos e conseguir viver somente da música.

Entrem na comunidade da banda no Orkut!

Por Paula Raeder

virada-cultural

Quem for ficar em casa no próximo final de semana e adora música terá um ótimo programa para fazer. E o melhor de tudo, é gratuito!! A Virada Cultura, inspirada na Nuit Blanche (Noite Branca) parisiense, será realizada no dia 2 e 3 de maio e terá programação durante 24 horas ininterruptas. Esse será o quinto ano que o evento tomará conta da noite paulistana.

A partir das 18 horas do dia 2 as mais de 800 atrações começarão a acontecer em 150 pontos da cidade. Será uma mistura de estilos, indo desde o pop rock, passando pelo samba, chegando ao romântico brega, em espetáculos, shows musicais, apresentações de teatro e artes circense. Além dos shows de renomados artistas brasileiros e novos talentos, o Ano França-Brasil trará à Virada Cultural diversos apresentações internacionais e inéditas no país.

A prefeitura reduziu o orçamento da virada cultural que agora conta com R$ 4,5 milhões de reais, mas nem por isso o espetáculo será menor. A prefeitura estima que 330 mil pessoas comparecerão ao evento. Para que não haja problemas a Virada Cultural contará com 150 brigadistas, 40 ambulâncias e 20 UTIs móveis. A presença da Guarda Civil e da Policia Militar será indispensável para manter a segurança durante a madrugada.

Algumas pessoas que participaram nos anos anteriores afirmam que vão de novo esse ano. “É muito legal participar da Virada Cultural. Como é tudo de graça o público é muito diversificado. Ficam todos juntos por causa da música sem preconceitos”, afirma Leandra Andrade. “Acho legal a Prefeitura incentivar a cultura. É tão raro os artistas terem espaço, e a Virada é dedicada à eles”, finaliza.

Os shows acontecerão em locais como o Teatro Municipal, Praça da República, Viaduto do Chá, Mercado Municipal, CEUs, SESCs,, em algumas livrarias, e terá apresentações como Monobloco, Roberto Sá, Diogo Nogueira, Maria Rita, Zeca Beleiro, Tom Zé, CPM 22, DJ Tudo, Curumin, e muitos outros.

A Virada Cultural é realizada pela Prefeitura de São Paulo por meio da Secretaria Municipal da Cultura.

Quem participar venha aqui e comente sobre o que achou!!

Para mais informações e programação completa visite o site da Virada Cultural.

Por Paula Raeder

Divulgação: Lucylla e Lucyana

Divulgação: Lucylla e Lucyana

Depois do sucesso da novela A Favorita, na qual Cláudia Raia e Patrícia Pillar deram um show de interpretação como a dupla sertaneja Faísca e Espoleta , agora é a vez de duas irmãs darem um show na vida real com a música country. Lucylla e Lucyana têm o sertanejo nas veias, pois seus avós e pais já formavam duplas e bandas musicais.

No entanto, as duas moças, uma de 24 anos e a outra de 26 se diferem da maioria dos cantores countries por não serem originárias dos campos e grandes sertões, mas sim da cidade grande. Isso mesmo, as duas irmãs são natas de São Paulo e entre seus ídolos encontram-se não somente sertanejo, mas pop, rock e MPB. Lucylla é fã de Brian Mknight e Mariah Carey e Luciana admira Elis Regina.

A dupla, com 10 anos nas estradas musicais já tiveram o privilégio de abrir shows de duplas countries famosas como Victor & Léo, Bruno & Marrone, Gian & Giovanni e Gino & Geno.


Com a agenda sempre lotada a dupla toca em casas noturnas , clubes, associações esportivas, bailões, eventos fechados, entre outros lugares.

As irmãs já conquistaram espaço dentro e fora do estado de São Paulo. Recentemente têm tocado no Vale do Paraíba, Barretos, Goiás, Paraná e em Minas Gerais onde fizeram a XIV Festa do Carretero e realizaram um de seus sonhos artísticos, quando se apresentaram no Vila Country em São Paulo, o espaço de música country mais freqüentado pelo publico paulistano.

Apesar de terem muitos compromissos, a dupla faz questão de participar da escolha do repertório dos shows e do CD que foi gravado ao vivo no Rancho do Serjão no final de 2007. Uma das músicas mais conhecidas do CD é a “Valentão” composta por elas mesmo e apreciadas por mulheres que se identificam com as letras já que fala dos homens que acham que podem tudo. O sucesso foi tanto que a música tocou em rádios como a Nativa FM, rádio Country Mix, Som d Viola, e Amigos da Caipirada.

Além de músicas de autoria própria o cd conta ainda com regravações de músicas que elas gostam e de músicas de compositores que apostam no talento das irmãs.

Quando perguntadas sobre as mulheres no meio sertanejo elas dizem que “As mulheres sempre tiveram espaço, As Irmãs Galvão, As Marcianas, Roberta Miranda entre tantas outras. No final da década de 90 foram sumindo e não houve uma renovação, talvez porque tenham surgido duplas masculinas boas que acabaram as sufocando”. Apesar de ainda existir muito preconceito no meio elas dizem que não deixam isso atrapalhar. “Os homens ainda olham com uma cara estranha quando subimos ao palco. A coisa só melhora lá pela terceira, quarta música.

Está crescendo um segmento na música sertaneja brasileira em que mulheres não se preocupam apenas com o vocal, mas também com o visual. Se no passado, as mulheres nao eram exemplos de beleza, hoje a sitiuação é outra. Lucylla e Lucyana são o modelo e aliança entre dom natural, dedicação e beleza.

Mais informações no site da dupla.

Por Paula Raeder e Paula Selmi

 

 

Thiago Pethit no lançamento do EP "Em Outro Lugar"

Thiago Pethit no lançamento do EP "Em Outro Lugar"

Ao contrário de muitos músicos atuais que utilizam-se de artificios eletrônicos, Thiago Pethit, 26 anos, cria músicas sofisticadas que surpreendem pela poesia das letras e pela suavidade dos timbres.

 Desde cedo demonstrou interesse pelas artes, processo fundamental para a criação da identidade musical que Thiago Pethit apresenta hoje em dia. Com apenas 10 anos já fazia críticas de filmes como os de Hitchcock e Fellini e com 12 escrevia contos. Aos 15 anos decidiu ser ator, profissão que exerceu durante 7 anos. Com 24 anos percebeu que o teatro não era o que queria e então ingressou no mundo da música.

Influenciado pela literatura, pelo teatro, pelo cinema, por Fred Astair, Leonard Cohen, Piaf, Gardel, Nora Ney, entre outros, as músicas misturam folk e rock com um toque de tango, gosto adiquirido enquanto morou em Buenos Aires para estudar canto e composição em um conservatório. O cantor afirma não ter uma técnica para criar as letras das músicas. Muitas vezes elas surgem quando começa a cantarolar algo, quando brinca de combinar acordes e tempos no violão, ou até mesmo através de sonhos.

 Thiago Pethit canta em inglês, francês e português. Quando perguntado sobre o motivo da mistura de idiomas, o cantor diz que é uma maneira de se esconder e de não ser ele mesmo. “Minhas músicas são muito autorias. Falo de mim através de olhares”.

 Seu primeiro EP “Em Outro Lugar”, com 6 faixas, foi lançado em meados de 2008 e recebeu diversas críticas positivas de veículos importantes como a Folha de S. Paulo, a revista Rolling Stones, Bravo!, Marie Claire, além de vários blogs. O projeto inicial era de criar um EP com apenas 3 músicas, mas durante o processo de produção não conseguiu escolher apenas três e resolveu gravar as seis. O lançamento do EP foi no projeto Cedo e Sentado do Studio SP, onde também abriu o show do norte-americano Bonnie “Prince” Billy.

 Recentemente o cantor lançou o single virtual “Fuga No 1”, de autoria própria, que está disponível apenas pela internet. A divulgação ficou por conta de diversos blogs e sites de músicas e variedade que disponibilizaram o single para download. A música tem clima circense baseado “nas trilhas que Nino Rota para as imagens do cineasta italiano Federico Fellini e nos arranjos que Rogério Dupat fez para os Mutantes”.

Ainda em 2009, Thiago promete a gravação do clipe de “Essa Canção Francesa” que canta junto com Tiê. O clipe tera direção de Rafael Barion e animação de Adams Carvalho. Também haverá a gravação de outros clipes ainda não definidos. 

Mais informações no site e no Myspace do cantor. 

Clipe da música “”Birdhouse”

Por Paula Raeder 

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Divulgação: Final Lap

A banda Final Lap nasceu por acaso. Sem querer um grupo de amigos se reuniu, sem querer resolveram tocar juntos, sem querer escolheram o nome.

Amigos desde a infância, André Raeder, conhecido como Raider (guitarrista) e Nicolas Csiky (baterista) já tinham uma banda de brincadeira que montaram para ensaiar fora das aulas de música os instrumentos que estavam aprendendo a tocar. A banda Brooklin 21 contava ainda com o baixista Rafael Emílio. Quando Raider convidou André Ribeiro (guitarrista e vocalista) para ensaiar algumas músicas com eles, jamais imaginariam que ali nasceria a banda Final Lap.

Com o nome provisório Projeto Laranja 21 (nome que ficou enquanto o oficial era escolhido em uma enquete na comunidade da banda no orkut), Nick, Ribeiro, Raider e Rafa, ensaiavam no porão da casa do Raider e tocavam em bares underground como o extinto Black Jack e o Tribehouse. “Nessa época perdemos muito dinheiro. Éramos muito novos e não entendíamos nada. Os produtores dos bares cobravam muito para deixar a gente tocar e a gente sempre ficava no prejuízo”, comenta Raider.

 Em 2006, o nome finalmente foi escolhido. Nick por acaso olhou seu relógio e viu que nele estava escrito 10 laps. Lembrando-se da época em que jogava videogame de F1 sugeriu o nome Final Lap, descartando todas as opções indicadas na enquete. A partir daí a banda começou a levar a sério o trabalho compondo músicas de autoria própria e fazendo shows pela cidade de São Paulo.

Ribeiro, autor da grande maioria das músicas diz que as inspirações vêm das pequenas coisas do cotidiano que ficam nas entrelinhas. “Sento e começo a escrever. Depois reescrevo as letras encaixando elas na música”, afirma.

O baixista Rafa, que também tocava em outra banda, não conseguiu conciliar os dois projetos e teve que deixar a Final Lap em meados de 2007. Fábio o substituiu, mas ficou apenas um ano com o grupo. Sem baixista a banda parou de fazer shows e concentrou-se em arranjar um músico para completar a formação. Rudolf Pillinger, amigo do Nick, ficou sabendo que a banda estava procurando um baixista e sem avisar nada comprou um baixo. No dia seguinte eles já estavam ensaiando e no outro se apresentando no palco com a banda completa.

O primeiro single a ser gravado foi “Vou Seguir”, composta por todos os integrantes. A música levou a banda à final do Festival Interno do Colégio Objetivo (FICO) na casa de show Via Funchal em 2008, e ganhou o prêmio de Melhor Letra. Nessa mesma ocasião a banda teve a oportunidade de tocar com o Skank e CPM 22. Logo em seguida gravaram “Ser Normal”, que chegou a ter 500 visualizações em uma semana, e “Diferente”.

A banda não tem um estilo definido. “Tocamos um pouco de tudo, sem preconceitos. Nossas influencias e repertórios vão desde Beatles até bandas mais recentes como McFly e Blink 182”, diz Raider. Assim como as músicas, o público que gosta e acompanha a banda também é bastante diversificado.

Para Nick a banda Final Lap é a concretização do sonho de ser um jovem músico (mesmo que seja independente e não profissional), enquanto para Ribeiro é a chance de juntar um pouco de cada integrante retratá-los através da música. Mas a Final Lap é muito mais do que apenas uma banda. É um grupo de amigos que, acima de tudo, quer se divertir junto e aproveitar as chances e as oportunidades que são oferecidas.

Todas as músicas podem ser ouvidas no myspace da banda.  Acessem também o fotolog da Final Lap.

Clipe da apresentação na semi final do FICO.

Por Paula Raeder

 

Banda Columbia

Banda Columbia

 Apesar de já terem dividido o palco antes, os integrantes da Columbia, há quatro anos atrás, jamais pensariam em formar uma banda juntos. Fernanda Marques e Bruno Andrade faziam parte da banda “Quem?” enquanto Fred Mendes e Bruno Durão integravam a “grandprix”. Quando a “Quem?” terminou, Fernanda e Bruno partiram para um projeto próprio, “algo que misturasse a doçura da voz feminina com as distorções da guitarra.”

 Foi assim que surgiu a primeira formação da banda Columbia, nome inspirado em uma música do primeiro disco do Oasis, com Fernanda nos vocais e Bruno na guitarra. Inspirados pelo pop-rock britânico dos anos 90 e grupos como Radiohead, Travis, Coldplay e os americanos Weezer e Pixies, a banda partiu para gravar seu primeiro EP chamado “Rosinha”. As músicas que faziam parte do EP levaram a banda a festivais importantes como o MADA (um dos maiores festivais independentes do país), tocaram em lugares privilegiados como o Claro Hall e o Circo Voador,  e ganharam diversos prêmios. Nessa mesma época, o baterista Fred passou a integrar a banda.

 Em 2006 a Columbia deu um grande passo lançando o single virtual “Amanhã (não pode ser igual)” e o clipe em stop-motion da música que teve mais de 10 mil visualizações no Youtube, e de vez em quando passa na MTV e no Multishow.

 Também em 2006, a banda ficou completa quando Durão voltou da Inglaterra e juntou-se ao grupo, unindo o pop com o indie. Finalmente em 2007, Columbia gravou seu primeiro CD batizado de “O quê você não quis dizer” com 10 faixas. De acordo com a banda, “é um disco sobre as coisas que permanecem escondidas, os segredos, de que não se fala, e as palavras que se fala, mas não são exatamente o que se quer dizer.”.

 O primeiro CD demorou a ser lançado. “Embora já tivéssemos feito um EP, que na verdade era mais um demo caseiro, quando você vai gravar o primeiro álbum, acaba criando muita expectativa sobre aquilo já que vai colocar ali tudo que você produziu na sua vida inteira. Essa ansiedade às vezes torna complicadas coisas que são bobas e atrasa o processo todo.”, disse Bruno. Mas o resultado não agradou só o público, “O quê queríamos era fazer o disco com todo o capricho, que não é coisa fácil. Acho que conseguimos fazer isso, dentro das nossas limitações como músicos inexperientes e nossas limitações como pessoas ($$$).”.

 Em 2009 a banda já vem com projetos novos. Um CD e clipes já estão programados.

 Enquanto as músicas não ficam prontas, dê uma olhada no clipe de “Amanhã”.

 

Mais informações sobre a banda no site e no myspace.

 

 

Paula Raeder  

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Grupo Rhaza em apresentação

             Em julho de 2008 a banda carioca Rhaza subiu ao palco pela primeira vez para apresentar suas músicas que já estavam sendo compostas há quase um ano. Apesar de existir desde novembro de 2007, a banda só começou a levar o trabalho a sério em setembro de 2008. Com pouco mais de 9 meses de atuação, a banda já conquistou um espaço no cenário do rock nacional e um incrível número de fãs espalhados por todo Brasil – basta entrar na comunidade oficial da banda no Orkut para ver seus mais 18 mil membros.

          Bruno (bateria), Cássio (vocal) e Felipe (Guitarra) tiveram a idéia de fundar a banda. Logo em seguida Pedro e Rodrigo uniram-se ao grupo. No entanto, após o lançamento do primeiro EP virtual “Até o Fim”, os últimos dois saíram dando espaço a Daniel, que assumiu o baixo e Thiago, mais conhecido como “Baraka”, as guitarras. O Rhaza surgiu da vontade desses cinco músicos de viverem e de se expressarem através de sua música.  

          O nome foi inspirado em um bairro da cidade de Búzios, no Rio de Janeiro. Bruno viu o nome Rasa estampado em um ônibus e gostou da sonoridade da palavra. Teve a idéia de mudar a grafia para Hazah e torná-la enigmática. Quando descobriu que em árabe Hazah significa Este, não teve dúvidas, era um sinal. Mais tarde o vocalista Cássio sugeriu a mudança de Hazah para Rhaza, e assim foi definido o nome da banda.

          Com composições próprias, a banda considera que suas maiores influências na hora de criar as músicas são os anos que cada um viveu como músico, o que cada um viu e ouviu, e o que já experimentaram. As letras falam de relacionamentos, vida e cotidiano em uma mistura de rock, pop e música eletrônica. A banda dá prioridade às preferências dos integrantes e não se preocupa em estar na moda ou em seguir tendências.

           A agenda está sempre lotada, pois tocam em diversas cidades espalhadas pelo país. No início ficavam no Rio de Janeiro e nas cidades do estado, mas com a concretização da banda e a gravação do EP “Até o Fim”, que ficou pronto em agosto de 2008,  resolveram expandir os horizontes e hoje já tocam em toda região Sudeste. Logo estarão tocando em Brasília e no Paraná.

Nos shows é possível ver adolescentes e jovens que gostam de todos os tipos de rock. A banda vem tentando, com sucesso, abranger o público alvo, portanto não gostam de classificar o tipo de rock que fazem.

Em 2009 a banda promete não ficar parada. Em abril vão gravar seu primeiro video clipe da música “Ontem, Hoje e Amanhã”. Além disso, o site MySpace da banda será inteiramente reformado, e no dia 22 de março será gravado o vídeo-release. O Rhaza já está com o primeiro CD pronto, apenas aguardando o melhor momento para ser lançado.

Enquanto o sonho de viver apenas da música não se torna realidade, a banda continua na luta, colocando seus empregos em segundo plano para tocar em frente o Rhaza.  “Só queremos viver de música, só pretendemos viver de música. Nós acreditamos que somente metendo a cara à tapa é que teremos o caminho para o reconhecimento.”, finaliza Bruno.

 

Mais informações sobre a banda no site.

 

Assista ao vídeo da música Dois Lados.

 

Paula Raeder

 

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