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Um encontro na internet, um nome hindu e um som com múltiplas referências musicais são alguns dos elementos distintos que deram certo na composição dessa banda que se conecta cada vez mais com um público moderno e ávido por qualidade musical.

A banda Gamesh é originária de um grupo antigo formado em 1988 chamado Belsen. De sua formação inicial, restou apenas o guitarrista e vocalista Junior Parollo, apelidado de Malligno na atual conjuntura da banda formada em 2004 que conta com Rodrigo Ortega, o “Urtz” no baixo e vocal, Juliano Moscardi, o “Mosca” na bateria e Viviane Araujo, a “Vicky” na voz e percussão.

Ainda antes da formação atual, Junior, 37 anos, sentia as dificuldades de realizar um trabalho autoral e vencer no meio musical diante de suas condições. “ Não tinha dinheiro ou contato e estava batalhando na carreira publicitária” Mas nada disso o impediu de tentar. Iniciou no ramo das bandas covers, quando elas faziam sucesso nos anos 80, tocando em festas pequenas e em 2001, uniu-se a Urtz, para seguir o caminho de cantores da noite, tocando covers de pop-rock.

Foi graças à era digital que três dos integrantes se conheceram e formaram a multiface e autenticidade da Gamesh. Junior conheceu Urtz através de um chat na UOL há 10 anos e Vicky em um site de relacionamento de pessoas ligadas à Wicca (paganismo celta), no qual os dois estavam envolvidos, entre outras crenças e estudos. Já Mosca foi chamado por acaso, quando estava guardando sua bateria no carro e foi pelo pai de Urtz, que imediatamente o abordou para fazer parte do grupo. A forma curiosa como eles se conheceram é só um dos aspectos instigantes da Gamesh. O próprio nome da banda já desperta interesse. Ele foi escolhido entre outras opções, como Ganesh, Ganesha, Vishnu, Ramayana que foram sugeridas pela ex-noiva de Junior, apegada à mitologia hindu.

O valor musical da banda está na flexibilidade e mistura dos gostos de cada integrante. “ Ouvimos desde rock’n’roll dos anos 50 até o nu metal atual, passando por pop, soul, tecno, dance, erudito, MPB, bossa, regional, samba, blues, punk, psicodélico…” explica Junior . Têm como símbolos do meio artístico os grupos Sex Pistols, Clash, Ramones, New Order, U2, Legião Urbana e Plebe Rude, para citar apenas algumas de suas referências .

Todos possuem formação acadêmica e já exercem carreira em suas respectivas áreas . Junior é webdesigner na Editora Abril, Urtz trabalha num estúdio de arte gráfica, Vicky é atriz e professora de inglês e Mosca atua numa empresa de comércio exterior. Devido à vida profissional paralela , suas programações são predominantemente noturnas , se apresentando em bares de Moema, Pinheiros, Vila Olímpia, além de festas e eventos. A Gamesh pretende ainda concluir as composições de material autoral, com planos de lançar 20 músicas a partir do início de 2010.

Mas quem quiser conhecer a banda este ano mesmo, poderá ver o grupo tocar dia 22 de maio no Bar Santo Grau em Pinheiros e dia 5 de Junho no Athilio Bar em Vila Olímpia.

Por Paula Selmi

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Divulgação: DJ Kalil Gorayb

Quando o DJ Kalil Gorayb toca nas pistas,  assemelha-se a um maestro regendo  orquestras e ditando sinfonias, com a diferença que esse músico comanda  picapes e  multidões alucinadas que não param de  dançar com seus ritmos e batidas. Nas próprias palavras de Kalil: “Um bom DJ que ama música toca por prazer e se sente bem quando a galera entra na sua vibe”

Essa maestria na música eletrônica começou com uma criança curiosa de 10 anos que esperava os irmãos mais velhos  chegarem das baladas da cidade para perguntar como tinha sido a noite e receber deles  os CDs dos DJs residentes das  casas noturnas para escutar as músicas . Então com 14 anos fez curso de DJ e começou a tocar em festas de amigos e de parentes, cobrando 150 reais ou mesmo nada. 

Em 2002 começou a tocar no Club Dharga em Campinas, onde virou residente da casa, dividindo as apresentações com Vitor Lima, Ingrid , entre outros.  . Em 2004 foi convidado para fazer freelancer na ArtMidia Eventos, tocando nos principais eventos da cidade e nos lugares mais cobiçados pela alta sociedade. Em 2005 foi residente da Ala Vip do Jaguariúna Rodeo Festival e em 2006 abriu o show da Claudia Leite na RED – Jaguariúna. Desde então se apresentou em grandes casas de Campinas e do Brasil: Club Dharga , Clube Informal , Loft Club , Lotus, Delux.e, Clube Kraft, Kindai, Shiva Club , SeoRosa, Vive La Vie , One Clube , Milk .
Também Participou de eventos importantes como: Audi , Absolut , Zenith,Jack Daniel’s , Bacardi , Al Mare ,Eivissa, The Royal Palm Plaza ,Red Bull,Finlandia,Feijoada Do Rosa.

Hoje, com 20 anos, depois de muita dedicação, conquistou seu espaço e nome no meio eletrônico, sendo DJ residente das casas e bares mais bem freqüentados de Campinas e região. Foi eleito DJ revelação pela revista Campinas no ano de 2008 e está entre os 500 DJs indicados do Brasil pela revista Electro Mag. Seu preço que agora é intermediado por um empresário subiu bastante e atualmente Kalil tem até direito a algumas regalias, como exigir garrafa de champanhe em algumas apresentações para relaxar.  “Adoro tocar tomando um espumante”

Com duas aberturas já do show de Cláudia Leitte, Kalil conta que em uma delas passou por um sufoco e foi uma das vezes em que o DJ teve medo :  “Tinham 18 mil pessoas e meu retorno parou de funcionar, eu tremia de nervoso e ansiedade até que o DJ de uma rádio famosa  falou para eu me concentrar no meu fone e continuar tocando.”

DJs como Steve Angelo, Sebastian Le´ger e Pryda são suas referências na música. Mas seu estilo é próprio e diferenciado. Costuma dizer que é um House com toques de Progressive, e também utiliza sax, violino, piano, formando assim um som bem rico e contagiante. Em Julho deste ano  irá lançar um live com um saxofonista.

Em relação às baladas em São Paulo, ele recomenda também a campeã em indicações e som eletrônico, a D-EDGE. Quando perguntado se nunca teve vontade de estar do outro lado para ao invés de tocar, dançar junto com as pessoas, ele esclarece: “ Ah não, meu maior prazer mesmo é tocar e quando vou para dançar dá vontade de subir nas picapes e tocar”

A agenda de apresentações de Kalil é uma das mais corridas e animadas em Campinas, dê uma olhada na programação:

MAIO

1-      SeoRosa

 2-      SeoRosa e Club Sky

 8-      Hípica

 9-      Elvessia Americana

 15     –SeoRosa  Shiva Club

 16     –Café De La Musique- ALA VIP JRF 2009

23-SeoRosa e Club Sky

29- Desiré B-DAY

30-SeoRosa e Club Sky

Confira também o que o DJ mais gosta de tocar apontado em seu TOP FIVE:

1-     Shine – Low Vocal 

2-     Bambou – Sebastien Leger 

3-     FreakYbeatza – Kalil Gorayb Rmx

4-     Adelante – Alex Kenji

5-     Sunset – Buga Rmx

 

 

Por Paula Selmi

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Divulgação: Rick D

Para José Henrique, a noite é só o começo do dia. Esse músico pertence mesmo à madrugada e à manhã, tocando nas casas noturnas até o amanhecer. Ele é o DJ Rick D de apenas 19 anos e descobriu o mundo da música eletrônica aos 14 ,quando começou a freqüentar as baladas de sua cidade, Campinas.

Já aos 15 comprou seus primeiros equipamentos de som e iniciou tocando em festas de amigos, para depois aos 17 tocar em bares e festas maiores e  foi no mesmo ano que recebeu convites para tocar do lado de grandes DJs, como Ale Reis , Mario Fischett e Mora nos clubes noturnos da região, o que instigou ainda mais o garoto a continuar nessa atividade.

Quando ele não era chamado pelos amigos para tocar em suas festas, Henrique cobrava em média 300 a 400 reais, por 2 horas tocando, que é o tempo médio de quanto cada DJ toca por balada e festas. Em relação ao seu estilo, o DJ é bem assertivo: “ Nunca toquei o que pediam, sempre segui meu estilo e não concordo com DJs que tocam de funk a psy-trance. O DJ tem um estilo único de música e é por isso que tantas pessoas vão atrás dos clubes com bons DJs, eles vão pra escutar música boa.” No comando das pickups, Rick D gosta mesmo de Tech- house, Deep- house e Techno. Para os leigos nessa área, ele explica que a diferença  de todos os gêneros de música eletrônica se encontra nos BPM( batimentos por minuto) e nos efeitos usados para compor o ritmo.

Henrique foi recentemente convidado para fazer parte do cast de uma agência de Djs, mas

 em função da faculdade de Medicina recusou  o pedido e hoje  toca mais por hobby,  voltando à época em que toca somente para  festas de  amigos ou convites de  DJs. “ A faculdade  não me deixa tempo para correr atrás de trabalho, e mesmo de músicas novas para comporem o meu set.”

 

Quando o assunto é balada,  ele não gosta das clássicas da sociedade de São Paulo, como Disco e Royal e prefere um som mais underground . “ Claro que as freqüento , mas se fosse escolher,recomendo a       D-EDGE.” Segundo o DJ, essa casa noturna tem o som de melhor qualidade , além de um ambiente condizente com o estilo underground, como os equalizadores nas paredes e o  teto e o chão que piscam .

 

Para nos dar uma idéia  do seu estilo, ele cita uma música que costuma compor seu set: Who´s afraid of Detroit? , do DJ  Claude Vonstroke.

 

 

 

 

 

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Divulgação: Some Community

Finalmente as mulheres vão representar a música nesse blog.Com estilo irreverente e descontraído, a Some Community é formada por Juliana, que canta, toca metalofone e chocalho; Verônica, que toca baixo, guitarra e teclado; Vanessa que toca accordion, metalofone e bateria; Gabriela que toca baixo, guitarra e escaleta e Fernando que toca baixo, guitarra e bateria. Por tantos instrumentos diferentes, já é possível perceber que eles fogem da previsibilidade e tradição das outras bandas, além de trabalhar com efeitos de sintetizador. Outro diferencial do grupo é a grande movimentação no palco com o revezamento dos instrumentos, o que dá maior dinamismo para as apresentações.

Fernando conhecia Gabi desde pequena na época do colégio e os demais foram introduzidos ao grupo no cursinho. A idéia inicial surgiu também nesse estilo espirituoso e divertido da banda. Estavam conversando num barzinho na Vila Madalena sobre montar uma banda sem grandes pretensões. “ A Gabi virou e falou para marcarmos 2 horas num estúdio para brincar um pouco, mas óbvio que não saiu nada”, conta Fernando. Eles fizeram viagens para tentar escrever e compor as músicas e de repente perceberam que as letras faziam sentido, foi quando resolveram levar aquele projeto despretensioso á sério, mas sem perder ainda o tom descontraído e leve que praticam nos ensaios.

Embora quatro dos integrantes estudem na mesma faculdade de arquitetura, os horários de ensaio são sempre um impasse e eles tentam ensaiar três vezes por semana. O primeiro show desta banda que desponta como novidade para os ouvidos ansiosos por música com qualidade será dia 24 de abril na casa noturna paulistana FunHouse. Estão gravando um 7” que serão 300 tiragens e no final do ano pensam também em lançar um EP.

Sem muita definição, pois é aí que está a essência da banda, seu estilo musical é post-punk, um rock alternativo originado no EUA e Inglaterra que mistura punk, New Wave e música eletrônica, além de toques dançantes e ao mesmo tempo tranqüilos. Nas suas influências e inspirações estão nomes como Matt and Kin, Los Campesinos, Animal Collective e Radiohead. Mas suas letras são de autoria própria e referem-se a tudo que o grupo conversa: relacionamentos, besteiras, pessoas, etc. “ Tem que ouvir para entender”

Sem programação muito fixa, o grupo recomenda que nossos leitores entrem no http://www.myspace/somecommunitypara acompanhar melhor a programação e as músicas que vão sendo publicadas ao longo do mês. Mas por enquanto é certo o show do Some Community dia 24 de Abril no FunHouse.

 Uma conversa de amigos, uma idéia inusitada e um clima de descontração compõem a fórmula da Some Community, que tem tudo para animar e agradar na noite paulistana. 

                                                                                                                                                                 Por Paula Selmi

Mais cinco garotos jovens. Mais cinco vidas diferentes e mais uma paixão em comum: o rock. Um rock sem frescuras e sem rótulos, como classifica Skid,22 anos, o baterista da banda. Ele, Vitor (guitarra),16, Leandro (vocal),19, Moises (guitarra), 20, e Márcio (baixo), 17 anos formam a banda Conféxs 980. Depois de muitas entradas e saídas de integrantes na banda e várias mudanças de nome, o grupo finalmente se estabeleceu e se decidiu por esse nome. “ Os outros nomes que pensamos já existia e então o Moisés simplesmente inventou Conféxs e a gente acrescentou 980, que é o número da casa do Vitor, onde tudo começou.”

Eles iniciaram no dia 7 de Janeiro de 2007 e desde o começo  já levavam para valer, não era apenas um hobby. Com alguns meses de ensaio, o grupo participou do Festival de Banda da Paróquia São Pedro Furrier e tiveram uma surpresa: ganharam o 1º  lugar do concurso e um prêmio de 200 reais. A partir desse dia, começaram a trabalhar em músicas próprias e realizar covers de outras bandas como Charlie Brow Jr, além de dividir palco com Drive In, Fake Number , Cine, Mash, Flay, entre outras.

Cada integrante tem seu ídolo, sua referência na música e a composição das letras são feitas na maioria das vezes pelo guitarrista Vitor e pelo vocalista Leandro, retratando sempre alguma coisa real , tanto sobre a vida  de um deles, como sobre os  acontecimentos que revestem o mundo a nossa volta.

A rotina dos garotos é como de qualquer banda. Eles se reúnem toda semana para criar músicas , nos finais de semana ensaiam e sempre possuem algum show na agenda. No caso da Conféxs 980, já se apresentaram nos mais diversos lugares: Miguel Maluhy, Camp Caxingui, Chaparral Rock, Pizzaria Sta. Fé, Clube Sativa, Tribe House, Ocean Clube, etc. Hoje possuem uma DEMO com 6 músicas próprias, mas já estão criando novas para lançarem seu primeiro CD, sempre com o objetivo de se aprimorar cada vez mais, procurando modernas técnicas para fazer um som de qualidade para o público.

Bom, mas enquanto o CD não sai, podemos assistir e aproveitar os shows da Conféxs 980 conforme a programação:

 28/03 – Salão de Festas 2009 – Estrada Benedito Cesario Oliveira,2009 – Jd Clementino/Taboão da Serra(Depois da praça do Campo Limpo) -
Confexs 980
Aditive
e mais bandas
 
19/04-TRIBE HOUSE – Rua Henrique Schaumann(Travessa com a rua Teodoro Sampaio),517-Pinheiros -SP
Confexs 980
Aditive
Kuston
e mais bandas
 
25/04-C.E.U Paraisopolis- Rua José Augusto Souza e Silva Sn°,Paraisópolis
Ponto de referencia Ava Giovanni Gronchi,5137 Atras BlockBuster e Unibanco
Confexs 980
Aereo Zepelim
 
24/05-Novo Sattva – Rua da Consolação, 1897 – Consolação (Prox. ao metro Consolação/ Em frente ao Cemitério da Consolação)
Confexs980
Darvin
Quarter
Acne
e mais

 http://www.myspace.com/confexs980  

 

 http://www.fotolog.com.br/confexs980           

                                                                                                                                                                                                                         

                                                                                                                                                        Paula Selmi

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